domingo, 28 de agosto de 2011

Questão de educação

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Você gosta mais de gatos ou de cachorros? Com essa pergunta, pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, iniciaram uma pesquisa com 4,5 mil pessoas para descobrir se os traços conhecidos das personalidades dos animais eram semelhantes a de seus donos, de acordo com a preferência de cada um. Se você gosta mais de cachorros, será que sua personalidade é mais brincalhona, alegre e simpática? Ou se prefere gatos, você é mais fechado e individualista?

Os cientistas norte-americanos analisaram os participantes baseados em cinco traços de personalidade: comprometimento, extroversão, abertura para novas experiências, tolerância social e estabilidade emocional (também chamada neuroticismo). Por fim, todos as pessoas tiveram que se denominar “caninas” ou “felinas”, independente de terem ou não um animal de estimação.

O resultado foi que os que se denominaram “caninos” eram, em média, mais extrovertidos e preocupados com o coletivo em comparação aos que se viam mais como “felinos”. Estes últimos se mostraram mais individualistas, porém mais dispostos a novidades na vida. Segundo a pesquisa, isso mostra que as pessoas têm características semelhantes as dos animais de sua preferência. A descoberta pode ser útil para realizar avanços na terapia de humanos com o uso de animais.
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Trabalhadores otimistas

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Bastante acima da média global, o Brasil é o quarto país mais otimista com relação ao emprego. O índice brasileiro de 47% foi superado apenas pela Índia (64%), Turquia (60%) e Vietnã (57%), de acordo com o estudo International Business Report 2011 (IBR), realizado pela Grant Thornton com mais de 11 mil empresas em 39 países. No mundo, a média de otimismo é de 19%.

Para Luiz Guilherme Brom, superintendente institucional da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), de São Paulo, há lógica no otimismo brasileiro. “O desemprego no País vem caindo sistematicamente. De 2002 para cá, o índice reduziu pela metade. As pessoas percebem o aumento no número de postos no mercado de trabalho”, diz. Mas, segundo ele, ainda há inúmeras dificuldades a serem enfrentadas, como a baixa remuneração e a pouca qualidade dos postos oferecidos. O Brasil supera até mesmo os índices de países desenvolvidos, como Alemanha, cujo otimismo é 39%, Estados Unidos, com 23%, Reino Unido, com 13%
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Sem medo de água fria

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Apesar de os gatos normalmente odiarem água, um felino tornou-se conhecido como nadador em Cornwall, no Reino Unido. O gato Mog foi atropelado em fevereiro deste ano e o acidente deixou suas patas dianteiras completamente paralisadas. Sua dona, Veronica Ashworth, decidida a não abandonar a ideia de fazê-lo voltar a andar, levou o bichano para fazer um tratamento baseado na hidroterapia.


Com as aulas de natação, Mog está reaprendendo a andar, apesar de no começo não ter gostado muito da ideia. “No início, ele ficou um pouco horrorizado quando viu a piscina, mas depois ele se acostumou. Agora parece um pato na água”, disse Veronica, em entrevista ao “The Telegraph”.

A hidroterapia foi indicada por um veterinário que costumava utilizar a atividade para a recuperação de cães. O profissional disse que a água poderia aliviar as dores que Mog sentia devido ao acidente.
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Os animais namoram

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O cruzamento entre animais domésticos não é indicado pela maioria dos especialistas, já que a falta de responsabilidade dos donos aumenta a quantidade de pets abandonados nas ruas. Mas se você deseja realmente que seu bichinho procrie, é importante tomar alguns cuidados. “É indicado ter um veterinário especializado em reprodução para fazer o acompanhamento do ciclo, para que o acasalamento aconteça no período correto”, afirma Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo. A especialista destaca que o cruzamento de cães e gatos é diferente. “No caso dos cães, o mais indicado para a fêmea é procriar a partir do terceiro cio, ou seja, aproximadamente dos 18 meses em diante. Já as gatas podem começar a acasalar depois de completar um ano de idade”, diz. Além disso, existem doenças que podem ser transmitidas na relação, por isso é sempre importante que os dois pets estejam saudáveis.

Talita Boros
talita.boros@folhauniversal.com.br
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Radar para alagados

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Brasil prepara segunda maior rede para monitorar tempestades. Sistema mais preciso pode evitar a repetição de tragédias e auxiliar você a se prevenir

As chuvas na época de verão causam muitas mortes e destruições no Brasil. Além de alagamentos e desmoronamentos nas grandes cidades, a incidência de raios também faz vítimas. No ano passado, 473 pessoas morreram em decorrência de inundações, enchentes e deslizamentos, segundo levantamento da Secretaria Nacional de Defesa Civil. Além disso, aconteceram 89 mortes por causa de raios, segundo estimativas do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Agora, pela primeira vez, o Brasil terá um equipamento que poderá identificar tempestades severas, responsáveis por catástrofes climáticas tão comuns nos meses mais quentes do ano.

A ferramenta, chamada de BrasilDAT – desenvolvida pelo Inpe e outras instituições –, ajudará a prever as chuvas com vendavais, enchentes, granizo, grande incidência de raios e tornados. A rede brasileira será a segunda maior do mundo, atrás apenas da norte-americana.

Ao todo, a rede contará com 75 novos sensores e custará cerca de R$ 10 milhões. Na região Sudeste, 20 deles já foram instalados. No Sul, Centro-Oeste e Nordeste, os medidores serão implantados completamente até julho de 2012, e, na região Norte, até o fim do mesmo ano. O medidor de tempestades também utilizará informações dos 33 sensores já existentes. “A nova rede coloca o Brasil no grupo dos poucos países do mundo a possuir informações altamente precisas da ocorrência de raios, sendo esta a maior rede da região tropical do planeta”, afirmou Osmar Pinto Júnior, coordenador do Elat. Atualmente a rede faz a cobertura das chuvas e raios de dez estados brasileiros.

No ano passado, o Rio de Janeiro foi o estado brasileiro em que se registrou o maior número de ocorrências motivadas por tempestades: 316 mortes ou 66,8% do total. O fato se deve às violentas chuvas de abril, que mataram mais de 100 pessoas, 45 somente no Morro do Bumba, na cidade de Niterói. Durante todo ano passado, o mau tempo afetou 7,8 milhões de moradores de 11 estados e 1.211 municípios brasileiros. Esses números não foram somados às mais de 800 mortes nos desmoronamentos na região serrana do Rio de Janeiro, no início deste ano. Até hoje há cerca de 400 desaparecidos na região.

Em 2010, o número de pessoas que morreram em decorrência da queda de raios (89) foi inferior à média registrada entre os anos 2000 e 2009 (132 por ano). O estado de São Paulo lidera o ranking do ano passado com 12 mortes, seguido pelo Pará com oito e Minas Gerais e Tocantins com sete. Dados preliminares de 2011 apontam que até o momento foram registrados 28 casos de vítimas em todo o País, segundo o Inpe. O Brasil é recordista em número de raios que atingem o solo no planeta, com cerca de 50 milhões de descargas elétricas por ano, responsáveis pelo prejuízo de R$ 1 bilhão aos setores público e privado. A cada 50 pessoas que morrem no mundo por causa de raios, uma reside no País.

A nova rede foi criada depois que a análise de dados sobre tempestades dos últimos 60 anos mostrou risco para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com as estatísticas, o índice de chuvas deverá dobrar em São Paulo e triplicar no Rio de Janeiro até 2070. Segundo Junior isso irá acontecer por causa da elevação da temperatura superficial das águas do oceano Atlântico no hemisfério sul, em decorrência do aquecimento global. “Os resultados obtidos por este estudo são os primeiros a indicar concretamente que a ocorrência de tempestades deve aumentar no sudeste nas próximas décadas, além de confirmar uma crescente visão entre os cientistas de que as variações na ocorrência de tempestades sobre os continentes são em boa parte influenciada pelas temperaturas dos oceanos”, afirmou o cientista Earle Willians, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), parceiro do projeto.
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